Como trabalho
Autonomia sem caixa-preta.
Assumo o problema inteiro, torno as decisões visíveis e entrego uma solução que outra pessoa consegue manter.
Sou Vitor Pouza, engenheiro full-stack com mais de oito anos de experiência. Nos últimos dois, trabalho como consultor independente, conduzindo produtos do primeiro commit ao deploy em produção.
Antes disso, passei pela GFT Technologies e pela act digital. Evoluí de desenvolvedor pleno a sênior trabalhando com sistemas financeiros, dashboards de BI e plataformas usadas por dezenas de milhares de pessoas todos os dias.
Hoje meu trabalho combina produto, arquitetura e segurança. Posso desenhar uma experiência em React, estruturar uma API em Node.js, isolar tenants no PostgreSQL, integrar OpenAI ou Claude e investigar o sistema por caminhos que uma revisão funcional comum não enxerga.
Princípios operacionais
O que permanece quando a stack muda.
- 01
O problema vem antes da stack.
Tecnologia é uma decisão de custo, risco e manutenção. Escolho a menor arquitetura que atende o problema real e deixa uma rota clara de evolução.
- 02
Produção faz parte da entrega.
Build local não encerra projeto. Deploy, observabilidade, falhas previsíveis e uma passagem de bastão compreensível fazem parte do trabalho.
- 03
Segurança precisa de evidência.
Hipótese não é achado e ferramenta não é prova. Valido a camada alcançada, registro limitações e escrevo impacto sem exagero.
- 04
Simplicidade é trabalho de engenharia.
Prefiro apagar dependências e estados desnecessários. O código mais fácil de operar às três da manhã quase sempre é o menos surpreendente.
Próximo problema
Se é complexo, dá para tornar claro.
Trabalho em português e inglês com equipes locais ou internacionais.